| Ordem dos Arquitectos de Cabo Verde |
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NOTÍCIAS
ComunicadosEste documento foi publicado no jornal ʺA Semanaʺ no dia 20 de Novembro de 2009.
Trata-se de um documento mandado publicar no rescaldo da publicação, no Boletim Oficial, do Decreto-lei n. 43/2009 que aprovou o novo Estatuto da Ordem dos Arquitectos Caboverdeanos.
Este documento foi publicado no jornal ʺA Semanaʺ no dia 3 de Julho de 2009.
Depois de ter tomado conhecimento no web site da Direcção-Geral do Ambiente (DGA) de que as obras do novo Hotel do grupo internacional RIU tivera luz verde para arrancar em Janeiro de 2009 sem que o estudo de impacto ambiental tivesse sido aprovado, e sem que o Plano de Ordenamento Turístico da Zona tivesse sido aprovado e publicado no Boletim Oficial - o que só viria a acontecer a 9 de Junho desse ano, sendo que o Plano Urbanístico e Plano Detalhado ainda hoje estão para ser elaborados e aprovados-, não restou à OAC outra alternativa: Solicitou a intervenção do Poder Judicial no sentido de se parar imediatamente todo o esquema.
Infelizmente, o Juiz da Comarca da Boavista, que chegara lá apenas uns dias antes, negou-se a apreciar a substância da petição da OAC, emitindo um acórdão que vai permanecer nos anais da história do nosso país. O douto Juiz decidiu que a OAC não tem legitimidade para levar ao conhecimento do Poder Judicial assuntos dessa natureza e indeferiu liminarmente o pedido da Ordem.
A pergunta, no entanto continua a incomodar: Neutralizada assim a OAC, quem assume, hoje, a defesa dos locais de desova das tartarugas marinhas, que correm sério risco de desaparecer?
Pode igualmente ler aqui a resposta mandada publicar pela Sociedade de Desenvolvimento Turístico da Ilhas da Boavista e Maio (SDTIBM), depois que o douto Juiz neutralizou a OAC. Nela foram confirmados pela própria SDTIBM todos os pontos que originaram a demanda judicial da OAC, mas que o douto Juiz preferiu ignorar, assobiando para o lado.
Este documento foi publicado no jornal ʺA Semanaʺ no dia 6 de Março de 2009.
Trata-se de um documento mandado publicar no rescaldo da circulação na Internet de uma denúncia de actos extremamente arrepiantes sobre o papel desempenhado pela Cabo Verde Investimentos (sobretudo enquanto era presidida pelo mamífero labrego em 2006/2007), enquanto pivot de um esquema de rapina brutal e vergonhosa dos terrenos das ZDTIs.
Na altura, a OAC entendeu que devia explicar à opinião pública por que motivo as denúncias desse documento (embora anónimo) deviam ser levadas a sério pelas autoridades judiciais (que, infelizmente e mais uma vez, fugiram ao cumprimento do seu dever) e para mais uma vez chamar a atenção para a rapina (ou alienação perpétua da propriedade) dos terrenos com potencialidade turística que, infelizmente, continua ainda hoje a ser praticada.
Este documento foi publicado no jornal ʺA Semanaʺ no dia 19 de Dezembro de 2008.
Trata-se de uma carta aberta dirigida ao Poder Legislativo, uma vez que o Poder Executivo falhara no cumprimento de uma promessa feita pelo Primeiro-ministro José Maria Neves à Assembleia Geral da Ordem dos Arquitectos Caboverdeanos a 12 de Marco de 2007, no sentido de instituir a concessão do usufruto do direito de superfície em todo o território nacional em lugar da venda dos terrenos, ainda nesse ano.
Na altura, a OAC entendeu que devia explicar à opinião pública o que é que está de errado na actual política de venda de terrenos com potencialidade turística. Sendo Cabo Verde um país tão pequeno é fácil a qualquer cidadão atento e sério perceber o que é que estamos a deixar para as gerações futuras. .
Fica demonstrado por que razão alienar tais recursos naturais amonta a crime de lesa-Pátria num país como o nosso.
Este documento foi publicado nos jornais ʺA Semanaʺ e ʺA Naçãoʺ no dia 5 de Dezembro de 2008.
Na altura, havia uma grande resistência do Governo em aceitar que erros clamorosos que haviam sido cometidos na negociações para a adesão de Cabo Verde à Organização Mundial do Comércio
Por conseguinte, insistia o Governo em impor tais compromissos no novo Estatuto da OAC, que estava ainda à espera de aprovação. Impunha-se pois que opinião pública fosse informada do que se estava a passar.
Por outro lado, impunha-se a OAC informasse a opinião pública sobre as razões por que recusava aceitar a inscrição, no seu Quadro de Membros, dos licenciados em Arquitectura pela Universidade Jean Piaget de Cabo Verde.